Exercícios

Questões sobre Preconceito Linguistico – 6º ano – parte 2

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O preconceito linguístico aparece quando alguém é julgado pela forma como fala, escreve ou pronuncia palavras. No estudo da língua, é importante perceber que diferentes modos de falar podem existir em um mesmo país, região ou grupo social.

Nesta atividade, você vai analisar situações do cotidiano para identificar atitudes de desrespeito, compreender a variação linguística e reconhecer que falar diferente não significa falar errado.

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Questões sobre Preconceito Linguistico – 6º ano – parte 2

Questão 01

1. Em uma roda de conversa, Júlia ouviu: “Você fala errado porque usa ‘nóis vai’”. Qual atitude melhor combate o preconceito linguístico nessa situação?

Gabarito: alternativa B). Correto. Reconhecer a variação linguística ajuda a respeitar a fala das pessoas.

Comentários por alternativa:

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  • A) A norma-padrão é importante, mas não apaga outras variedades.
  • B) Correto. Reconhecer a variação linguística ajuda a respeitar a fala das pessoas.
  • C) Corrigir em público pode humilhar e reforçar preconceitos.
  • D) As diferenças de fala merecem atenção e respeito.
  • E) Falar diferente não impede aprendizagem nem inteligência.

Questão 02

2. Durante uma atividade, um estudante disse: “Meu avô fala ‘prantou’ em vez de ‘plantou’, mas todo mundo entende o que ele quer dizer”. A melhor interpretação é que essa fala mostra

Gabarito: alternativa D). Correto. A fala mostra variação linguística e pode ser entendida no contexto.

Comentários por alternativa:

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  • A) Diferença entre fala e escrita não significa desconhecimento.
  • B) A língua falada não precisa copiar a escrita em toda situação.
  • C) A compreensão do sentido é possível apesar da pronúncia diferente.
  • D) Correto. A fala mostra variação linguística e pode ser entendida no contexto.
  • E) Não se trata de defeito, mas de uma forma de falar.

Questão 03

3. Em um cartaz da escola, apareceu a frase: “Quem fala errado pensa errado”. Essa frase é problemática porque

Gabarito: alternativa A). Correto. A frase associa modo de falar a valor pessoal, o que gera preconceito.

Comentários por alternativa:

  • A) Correto. A frase associa modo de falar a valor pessoal, o que gera preconceito.
  • B) A língua falada também é estudada e valorizada.
  • C) A frase não defende igualdade; ela julga e exclui.
  • D) Não há defesa de substituição da escrita pela fala.
  • E) O problema não é esse; é a discriminação no julgamento.

Questão 04

4. Numa conversa entre colegas, alguém comentou: “Na minha região, a gente fala ‘miojo’ de um jeito e em outra fala diferente”. O que essa observação ajuda a entender?

Gabarito: alternativa E). Correto. A observação mostra variação regional e social na língua.

Comentários por alternativa:

  • A) A escrita não torna a fala menos importante.
  • B) A língua não é uniforme em todo o país.
  • C) Diferenças regionais não significam falta de domínio.
  • D) Uniformizar a fala não elimina a diversidade linguística.
  • E) Correto. A observação mostra variação regional e social na língua.

Questão 05

5. Uma professora pediu que os alunos comparassem duas frases: “A gente foi” e “Nós fomos”. Qual conclusão é mais adequada?

Gabarito: alternativa C). Correto. As duas formas existem na língua e variam conforme o contexto.

Comentários por alternativa:

  • A) “A gente foi” é usada por muitos falantes e pertence à língua.
  • B) A norma-padrão é importante, mas não é a única forma possível.
  • C) Correto. As duas formas existem na língua e variam conforme o contexto.
  • D) A classificação está invertida; isso não corresponde ao uso real.
  • E) As frases podem ser comparadas, pois expressam ideia semelhante.

Questão 06

6. Em uma entrevista, uma criança disse que ficou envergonhada ao ser corrigida com risadas quando falou “os menino chegou”. O que essa situação revela?

Gabarito: alternativa B). Correto. O deboche humilha e reforça o preconceito linguístico.

Comentários por alternativa:

  • A) A escola pode ensinar a norma sem desrespeitar a fala do aluno.
  • B) Correto. O deboche humilha e reforça o preconceito linguístico.
  • C) Participar e aprender faz parte do processo escolar.
  • D) A comunicação continua possível mesmo com marcas de variação.
  • E) As variações aparecem em diferentes espaços sociais.

Questão 07

7. Ao ler a tirinha, um aluno percebeu que uma personagem dizia “cê vai” em vez de “você vai”. A melhor leitura dessa escolha de linguagem é que ela

Gabarito: alternativa E). Correto. Trata-se de uma forma coloquial usada com frequência na fala.

Comentários por alternativa:

  • A) Forma informal não significa falta de estudo.
  • B) Textos formais exigem outras escolhas linguísticas.
  • C) Uma forma oral reduzida não prova dificuldade geral na escrita.
  • D) A compreensão da ideia continua possível.
  • E) Correto. Trata-se de uma forma coloquial usada com frequência na fala.

Questão 08

8. Em um debate escolar, surgiu a frase: “Quem corrige a fala do outro sem respeito ajuda a melhorar a comunicação”. Qual avaliação é mais adequada?

Gabarito: alternativa A). Correto. A forma da correção importa, e o respeito é fundamental.

Comentários por alternativa:

  • A) Correto. A forma da correção importa, e o respeito é fundamental.
  • B) Ensinar exige cuidado; exposição pode prejudicar.
  • C) Diferença de fala não impede comunicação.
  • D) O respeito é necessário em qualquer contexto de fala.
  • E) Vergonha não deve ser usada como estratégia de ensino.

Questão 09

9. Um estudante escreveu no caderno: “Os trem chegou cedo”. A melhor resposta pedagógica é

Gabarito: alternativa D). Correto. O ensino deve orientar a norma sem atacar a identidade linguística do aluno.

Comentários por alternativa:

  • A) Uma frase não define a capacidade de aprender.
  • B) A fala cotidiana não substitui a norma-padrão em todos os contextos.
  • C) Punir assim não ensina nem respeita.
  • D) Correto. O ensino deve orientar a norma sem atacar a identidade linguística do aluno.
  • E) A fala do estudante faz parte de sua identidade linguística.

Questão 10

10. Em uma roda de leitura, a turma discutiu por que algumas pessoas são ridicularizadas por dizer “pobrema” em vez de “problema”. A conclusão mais adequada é que

Gabarito: alternativa C). Correto. O foco deve ser o estudo respeitoso da variação, não a humilhação.

Comentários por alternativa:

  • A) Ridicularizar não corrige de modo educativo.
  • B) Pronúncia não define caráter nem valor pessoal.
  • C) Correto. O foco deve ser o estudo respeitoso da variação, não a humilhação.
  • D) Variação oral não impede relação com a escrita.
  • E) A pronúncia diferente não impede compreensão do significado.

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